terça-feira, 27 de novembro de 2007

Em cada olhar...

O pensamento, as vezes, se torna algo complexo e ilógico. Tão complexo que a quase que constante posição se limita apenas a um mero observador nas margens de um belo, grande, turbulento e inesperado rio.
Quem dera se em todos leitos não tivessem pedras e desvios em seu curso. O rio que observo têem pedras, desvios, mas também existem paisagens muito bonitas a serem vistas. A questão primordial é:

- de que margem você olha?

Dependendo do foco que queremos ter, nosso rio pessoal pode ser somente as pedras e os desvios, mas se olharmos de outro ângulo, as paisagens se ressaltam aos nossos olhos.

A forma de olhar o rio é a vontade de moldá-lo para o fim que se deseja conscientemente ou não.

A questão maior agora é:

- o que nos motiva a focalizar o rio da forma que estamos vendo?






"Filosofanças" à parte, abração prô cê...

Inté Zé!




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